- 13 Nov 2022, 00:37
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No livro "Utopia", do filósofo moderno Thomas More é apresentada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a mobilidade urbana apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência do governo com a mobilidade urbana dos cidadões e a falta de investimento no transporte público. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que o problemática da mobilidade urbana deriva da atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Segundo Thomas More, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades. Segundo a Constituição Federal de 1988, é explícito que o estado tem a obrigação de assegurar a todos os cidadões o direito de ir e vir com dignidade, assim promovendo a inclusão social e a qualidade de vida para todos em uma sociedade. A negligência dessa área afeta diretamente no direito de ir e vir assegurados por lei. Desse modo, é imprescindível a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais é imperativo ressaltar que a falta de investimentos nos transportes públicos como promotor do problema. É visto em demasia a maior parte percentual dos transportes públicos sucateados, impontualidade, superlotação por falta de linhas de ônibus importantes, superlotação de pessoas dentro de um único veículo. Partindo desse pressuposto, a falta de investimento é um empecilho, é uma área que deveria possuir mais investimento financeiro, já que afeta diretamente a maior massa da população, que é a classe trabalhadora e os estudantes do Brasil.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática sociedade brasileira. Dissarte, com o intuito de mitigar o problema da mobilidade urbana, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de contas da União direcione capital que, por intermédio dos Municípios revertam a inventimentos nos transportes públicos das cidades. Desse modo, atenuar-se à em médio, e longo prazo, o impacto nocivo da mobilidade urbana negligênciada, e a coletividade de More.
Precipuamente, é fulcral pontuar que o problemática da mobilidade urbana deriva da atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Segundo Thomas More, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades. Segundo a Constituição Federal de 1988, é explícito que o estado tem a obrigação de assegurar a todos os cidadões o direito de ir e vir com dignidade, assim promovendo a inclusão social e a qualidade de vida para todos em uma sociedade. A negligência dessa área afeta diretamente no direito de ir e vir assegurados por lei. Desse modo, é imprescindível a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais é imperativo ressaltar que a falta de investimentos nos transportes públicos como promotor do problema. É visto em demasia a maior parte percentual dos transportes públicos sucateados, impontualidade, superlotação por falta de linhas de ônibus importantes, superlotação de pessoas dentro de um único veículo. Partindo desse pressuposto, a falta de investimento é um empecilho, é uma área que deveria possuir mais investimento financeiro, já que afeta diretamente a maior massa da população, que é a classe trabalhadora e os estudantes do Brasil.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática sociedade brasileira. Dissarte, com o intuito de mitigar o problema da mobilidade urbana, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de contas da União direcione capital que, por intermédio dos Municípios revertam a inventimentos nos transportes públicos das cidades. Desse modo, atenuar-se à em médio, e longo prazo, o impacto nocivo da mobilidade urbana negligênciada, e a coletividade de More.