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Por EvertonInd
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Albert Schweitzer, filósofo alemão, foi um grande defensor da importância de respeitar e preservar o meio ambiente, acreditando que determinado cuidado era essencial para o bem-estar humano e ambiental. Sob tal ideia, observa-se, na idade contemporânea, o oposto do pensamento de Schweitzer, uma vez que tornou-se frequente os desafios para recuperação das florestas brasileiras. Dessa forma, é relevante analisar os fatores que fortalecem esse problema, a citar, o descaso estatal e o comodismo populacional.
Nessa lógica, é crucial destacar, a princípio, a falta de ação do Estado como um forte influenciador ao revés. Dessa maneira, para o filósofo polonês Zygmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada para ignorar sua função original, é considerada em um estado de “zumbi”. Nesse contexto, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à questão da recuperação das florestas, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para uma estagnação na resolução da problemática, haja vista que, sem uma ação ativa e participação direta de um poder tão importante -no que se refere às verbas e investimentos destinados à causa-, haverá crescentes desafios na restauração de matas e selvas tão importantes para o meio ambiente e para a vida ambiental. Assim, fica claro que a inatividade estatal corrobora esse revés.
Ademais, uma grande parte da população se mostra alienada. Nesse sentido, o intitulado “Paradoxo da Moral”, é um livro escrito pelo musicólogo Vladimir Jankélévitch, que exemplifica a cegueira ética do homem moderno, ou seja, a passividade das pessoas frente aos impasses enfrentados no mundo. De maneira semelhante, percebe-se que as alternativas para lidar com a falha na recuperação das florestas, encontram um forte alicerce na estagnação social. Essa situação ocorre porque, infelizmente, a coletividade brasileira não se movimenta em prol da erradicação da problemática, pelo contrário, ela adquire uma posição individualista por não mensurar o que demasiadas situações de falha de recuperação causa, como a extinção de espécies nativas na flora do país. Logo, é essencial superar esses preceitos que atestam, sobretudo, um cenário intolerante.
Infere-se, portanto, a necessidade de reverter o quadro atual. Para isso, cabe ao Governo Federal, órgão responsável por organizar e regrar a nação, elaborar propostas de intervenções e mudanças eficazes, por meio da disponibilização de mais verbas destinadas a solucionar o incômodo, visando um maior andamento no processo de recuperação das florestas brasileiras. Paralelo a isso, o Ministério da Educação deve mudar o comportamento passivo da comunidade, por intermédio de palestras e projetos interdisciplinares, uma vez que iniciativas coletivas têm imenso poder transformador, com o fito de ampliar cada vez mais a conscientização do público em geral sobre a necessidade de um meio ambiente estável.
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