Em primeiro fundamento, nota-se que as escolhas da imprensa brasileira são feitas pelo valor econômico sobreposto aos mesmos. Tal afirmativa torna-se evidente ao apresentarmos dados expostos pelo site BBC, cerca de 89% das propagandas, anúncios e notícias que são selecionados por uma fração mínima da sociedade, empresários e políticos, que demarcam qual deve ser a notícia espalhada por dia. Desse modo, as informações direcionadas aos cidadãos são 85% noticiários fraudentos, 10% irrelevantes à construção de um ser social e 5% conteúdos essenciais para a nação. Assim, a busca econômica se sobrepõe ao objetivo principal do mesmo, tornando Claro alusão do período de 1935 : "A voz do Brasil" .
Sobre outra perspectiva, ressalta a falta de empatia por profissionais das redes de comunicação, como jornalistas que submetem civis a situações de constrangimento, por uma matéria. Sobre esse viés, uma jovem de 18 anos no Estado de São Paulo, através de suas redes sociais, relata o constrangimento que passou, com perguntas invasivas feitas por uma repórter regional, após ter sido estrupada. Por conseguinte, há diversos casos de invasão à Vida privada de civis que sofreram ou causaram algum tipo de violência contra a sociedade, que por muitas vezes são enquadrados por perguntas íntimas feitas com o objetivo de " melhorar" a reportagem. Logo, a construção de uma boa reportagem vem da " ocupação" de detalhes da vida pessoal destes.
Portanto, é necessário que o Ministério da Comunicação juntamente com o Governo Federal promova fiscalizações e análises de conteúdo, que respondam as seguintes perguntas, para quem, por que, qual a finalidade e o objetivo da matéria e com essas informações impactam na sociedade moderna. Logo,o Governo Federal deve propor organizações de telecomunicação, como o sistema de Observatório da Imprensa que acompanha o desempenho e que promova encontros de assistência aos profissionais da área, como psicólogos que ajudem assim compreender qual a melhor forma de entrevistar pessoas que acabaram de passar por um trauma, sem serem invasivel.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Competência 1: Erros como "estrupada" (correto: estuprada), "fraudentos" (correto: fraudulentos) e falta de concordância em "com essas informações impactam" (correto: como essas informações impactam) prejudicam a norma-padrão. Sugiro revisar a ortografia e concordância.
Competência 2: O tema foi bem abordado, mas a introdução poderia ser mais direta ao ponto. Sugiro iniciar com uma definição clara do problema atual.
Competência 3: Os argumentos são relevantes, mas a citação de dados precisa de fontes mais precisas. Sugiro incluir referências mais detalhadas.
Competência 4: A coesão é prejudicada por frases longas e falta de conectivos adequados. Sugiro usar conectivos como "além disso" e "por outro lado" para melhorar a fluidez.
Competência 5: A proposta de intervenção é boa, mas falta detalhamento. Sugiro especificar como o Observatório da Imprensa atuaria e como os psicólogos seriam integrados ao processo.
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- C1 (Norma-Padrão): 80
Principais problemas: vícios de concordância, acentuação incorreta, grafias inadequadas (ex.: “visão”, “percurso”, “estrupada”/“estupada”, “invansível/invaseis” não aparecem, mas há incoerência com aspas e maiúsculas). País com termos como “nazione tupiniquim” e “Verde e amarela” sem necessidade. Erros frequentes dificultam a leitura. Atinge mais de 12 erros de tipo diferente, mas não está entre 24, então 80 ou 120? Pela contagem, muitos erros; vou manter 80 para refletir erros variados sem exceder limites.
- C2 (Compreensão do tema): 80
O texto aborda liberdade de informação e abuso midiático, mas confunde períodos históricos e não articula claramente conceitos de várias áreas. Falta introdução bem estruturada, desenvolvimento coeso e conclusão consistente. A relação entre DIP, Vargas e atualidade não está bem mediada.
- C3 (Seleção, organização e interpretação): 80
Seleciona dados (BBC, 89%, 85/10/5) sem fontes consistentes e sem interpretar criticamente. Falta defesa de ponto de vista claro e encadeamento de ideias. Exemplos pouco conectados ao argumento central.
- C4 (Coesão e coerência): 80
Conectivos presentes, mas há rupturas na linha de raciocínio e repetição de ideias. Falta progressão lógica entre parágrafos. O intervalo entre dados e conclusões não está bem articulado.
- C5 (Proposta de intervenção): 120
Há sugestão de fiscalização e Observatório da Imprensa, com atuação de Ministério da Comunicação e psicólogos. Contudo, falta detalhar agente, ação, meio e finalidade de forma consistente em todos os itens. Faltam exemplos práticos e metas mensuráveis.
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