Por Zoorphy
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#11624
A um longo tempo atrás, nasceu um personagem intrigante na história da humanidade. Ele andou com pobres, prostitutas, ladrões e pregou o que acreditava ser o correto. Todavia ironicamente foi perseguido e morto em uma cruz pelos religiosos da época. Por fim sabemos que esse personagem se chamava Jesus Cristo. Assim como foi com Cristo, pessoas de diferentes religiões sofrem preconceito e violência no Brasil.
Em primeiro lugar, a constituição garante a liberdade de expressão, crença e religião, no entanto o que vemos na prática é algo bem diferente. Certamente, na sua grande maioria, os mais religiosos são os que fomentam a maior parte do preconceito, assim como na época de Jesus, isto se dá justamente pelo radicalismo religioso. Quanto maior o radicalismo, maior será a intolerância. Coincidentemente, o extremista possui pouquíssimo contato com outras religiões na sua formação do pensamento religioso, seja ela na infância ou na fase adulta. Já dizia Albert Einstein, “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Portanto, sabemos que o preconceito é algo imensamente difícil de ser expurgado da sociedade.
Por conseguinte, cada vez mais nos deparamos, com extremistas que agridem fisicamente outras pessoas, tendo por motivo a religião. No Brasil, de acordo com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 20% dos episódios relatados em 2013 envolveram violência física, o que é inadmissível, já que vivemos em um país laico. Portanto ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas com o objetivo de construir um mundo sem preconceito.
Desse modo, para seguir em direção a resolução do problema, o ministério da cidadania em conjunto com o ministério da educação, deveriam criar e organizar um projeto, em que líderes das diversas religiões, pudessem ir as salas de aula de tempos em tempos, juntamente com o professor, e explicar sobre a importância do respeito e tolerância, ao que pensa diferente da sua própria crença. Isto é claro, de forma didática e não nos moldes de qualquer culto religioso. Ademais a polícia Militar, deveria criar um setor especializado em crimes de tolerância religiosa, de forma semelhante as delegacias que cuidam da violência contra a mulher, esse setor iria ajudar a identificar e encaminhar aos órgãos responsáveis pela punição e reeducação desses criminosos.
A partir dessas ações, espera-se promover, uma melhora nesse quadro de preconceito e violência, para que as pessoas não passem por algo parecido a que Jesus passou.
NOTA GERAL (USUÁRIOS)
Sem
nota
Pontuar
NOTA AUTOMÁTICA (IA)
Sem
nota
Desbloquear

No vídeo gravado pelo influencer Felipe Bressanim,[…]

A saúde mental dos jovens

A sociedade contemporânea enfrenta desafios comple[…]

O filósofo e educador brasileiro Paulo Freire defe[…]

Em uma sociedade marcada pela frieza humana, fica […]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Seu Cookie

O Corrija.com utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Aguarde…
Não atualize a página.