- 26 Dez 2020, 14:14
#48214
A Constituição Federal de 1988 -norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro- garante o acesso à segurança. no entanto, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa norma, principalmente no que diz respeito aos crimes cibernéticos. isso ocorre devido a forte influência da tecnologia nas relações interpessoais e a falta de proteção por parte das empresas produtoras.
É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.
Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxiano, a economia determina a sociedade. seguindo essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtores de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate a invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.
Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima..
É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.
Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxiano, a economia determina a sociedade. seguindo essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtores de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate a invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.
Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima..
- 26 Dez 2020, 22:08
#48254
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - garante o acesso à segurança. No entanto, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa norma, principalmente no que diz respeito aos crimes cibernéticos. [faltou conectivo] Isso ocorre devido a forte influência da tecnologia nas relações interpessoais e a falta de proteção por parte das empresas produtoras.
[inverter a posição > É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.
Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxista, a economia determina a sociedade. [melhorar conectivo > Seguindo [evite gerúndio] essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtoras de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate à invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.
Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima.
* Acredito que intervenção está completa
* Tenho nada a falar da estrutura da redação, creio que está no caminho certo. Só precisa prestar mais atenção na parte gramatical
Espero ter ajudado!
[inverter a posição > É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.
Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxista, a economia determina a sociedade. [melhorar conectivo > Seguindo [evite gerúndio] essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtoras de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate à invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.
Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima.
* Acredito que intervenção está completa
* Tenho nada a falar da estrutura da redação, creio que está no caminho certo. Só precisa prestar mais atenção na parte gramatical
Espero ter ajudado!
Pode me marcar nos comentários da redação que tento ajudar s2 || ENEM & Concurso Público
- 27 Dez 2020, 01:15
#48260
@jherodrigues , você é um anjo!❤ Muito obrigado pelas dicas, vou seguir fielmente, viu?