- 23 Nov 2021, 08:17
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Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal de Direitos Humanos garante a todos os cidadãos o direito à cidadania e bem-estar. No entanto, percebe-se que esse presuposto não é empregado no país, devido a invisibilidade e a falta de registro civil. Dessa forma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de comprometimento e muitas vezes o racismo.
Em primeiro plano, evidencia-se a falta de comprometimento para com pessoas pobres. No Brasil, mais de 2 milhões de cidadãos não possuem sua certidão de nascimento. Em sua obra "cidadão de papel", Gilberto Dimestein diz: " Tais direitos constitucionais residem tão somente na teoria". Nesse viés, a realidade é essa, existem leis que oferecem o primeiro documento gratuitamente, mas não é colocado em prática, com isso, muitos brasileiros não têm acesso a educação, trabalho, saúde, bem-estar e qualidade de vida, o que fere a Carta Magna e é irresponsabilidade do Governo, as pessoas tornam-se invisíveis.
Além disso, é notório como o racismo é evidente na sociedade. Como em um documentário que assisti, onde uma moça negra conta que é médica e já foi da marinha, uma vez ela estava em uma sala bem uniformizada, o paciente entrou na sala e perguntou onde estava o médico, para a sociedade o negro não pode exercer cargos altos. Dessa maneira, indivíduos de pele mais escura são discriminados, mortos todos os dias e é uma luta para ser reconhecido na comunidade ou até mesmo tirar um documento.
Portanto, a adoção de medidas para conter essa problemática são necessárias. O Estado deve fazer campanhas para a retirada do primeiro registro e palestras para conscientizar a população como o racismo afeta a vida dos negros. Desse modo, a sociedade poderá desfrutar de seus direitos, como proposto pela ONU.
Em primeiro plano, evidencia-se a falta de comprometimento para com pessoas pobres. No Brasil, mais de 2 milhões de cidadãos não possuem sua certidão de nascimento. Em sua obra "cidadão de papel", Gilberto Dimestein diz: " Tais direitos constitucionais residem tão somente na teoria". Nesse viés, a realidade é essa, existem leis que oferecem o primeiro documento gratuitamente, mas não é colocado em prática, com isso, muitos brasileiros não têm acesso a educação, trabalho, saúde, bem-estar e qualidade de vida, o que fere a Carta Magna e é irresponsabilidade do Governo, as pessoas tornam-se invisíveis.
Além disso, é notório como o racismo é evidente na sociedade. Como em um documentário que assisti, onde uma moça negra conta que é médica e já foi da marinha, uma vez ela estava em uma sala bem uniformizada, o paciente entrou na sala e perguntou onde estava o médico, para a sociedade o negro não pode exercer cargos altos. Dessa maneira, indivíduos de pele mais escura são discriminados, mortos todos os dias e é uma luta para ser reconhecido na comunidade ou até mesmo tirar um documento.
Portanto, a adoção de medidas para conter essa problemática são necessárias. O Estado deve fazer campanhas para a retirada do primeiro registro e palestras para conscientizar a população como o racismo afeta a vida dos negros. Desse modo, a sociedade poderá desfrutar de seus direitos, como proposto pela ONU.