- 24 Nov 2021, 10:54
#83127
O quadro expressionista "O grito", do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela garantia de acesso à cidadania é, amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Desse modo, é necessário medidas para solucionar esse impasse, o qual é motivado pela falta de informação e pela negligência estatal.
Convém ressaltar, a princípio, que a escassez de informação é fator determinante para a permanência do empecilho. De acordo com a Art.1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Porém, o Art.1 da declaração não é devidamente cumprida no país, tendo em vista que, parcela da população não possui conhecimento sobre o que à falta do registro social pode ocasionar, como por exemplo, a inexistência perante o Estado. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a persistir.
Além disso, vale ressaltar, a indiligência estatal como mais um dos fatores que agravam a invisibilidade de acesso à cidadania. Nessa perspectiva, Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso no corpo social. Entretanto, as autoridades competentes rompem com essa conformidade, pois não garantem aos cidadãos brasileiros uma lei que exija a obrigatoriedade de possuir o registro civil, para que assim, a invisibilidade dos mesmos sejam rompidas. Destarte, discorrer criticamente essa problemática, é o primeiro passo para a consolidação de um país equânime.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o Ministério da Cidadania, cuja função é manter o desenvolvimento social, deve fazer campanhas e propagandas, mediante as mídias sociais, a exemplo de Tv, rádio e redes sociais, com a finalidade de conscientizar e informar a população sobre a importância de possuir o registo civil. Ademais, o Poder Legislativo por meio do Congresso Nacional, deve criar uma lei que exija o direito aos cidadãos de ter a garantia à cidadania através do registo civil, mediante ao descumprimento que ocasionará em multas aos órgãos responsáveis pelo registo. Logo, os cidadãos não serão mais "invisíveis" pelo poder estatal. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
Convém ressaltar, a princípio, que a escassez de informação é fator determinante para a permanência do empecilho. De acordo com a Art.1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Porém, o Art.1 da declaração não é devidamente cumprida no país, tendo em vista que, parcela da população não possui conhecimento sobre o que à falta do registro social pode ocasionar, como por exemplo, a inexistência perante o Estado. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a persistir.
Além disso, vale ressaltar, a indiligência estatal como mais um dos fatores que agravam a invisibilidade de acesso à cidadania. Nessa perspectiva, Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso no corpo social. Entretanto, as autoridades competentes rompem com essa conformidade, pois não garantem aos cidadãos brasileiros uma lei que exija a obrigatoriedade de possuir o registro civil, para que assim, a invisibilidade dos mesmos sejam rompidas. Destarte, discorrer criticamente essa problemática, é o primeiro passo para a consolidação de um país equânime.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o Ministério da Cidadania, cuja função é manter o desenvolvimento social, deve fazer campanhas e propagandas, mediante as mídias sociais, a exemplo de Tv, rádio e redes sociais, com a finalidade de conscientizar e informar a população sobre a importância de possuir o registo civil. Ademais, o Poder Legislativo por meio do Congresso Nacional, deve criar uma lei que exija o direito aos cidadãos de ter a garantia à cidadania através do registo civil, mediante ao descumprimento que ocasionará em multas aos órgãos responsáveis pelo registo. Logo, os cidadãos não serão mais "invisíveis" pelo poder estatal. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
- 25 Nov 2021, 20:01
#83246
Oi, gente. Alguém pode corrigir minha redação? Por favor @@LucaSouza20, @Eudebora @Lucaamb luc@ @ANA CAROLINA PORTO ana@ @Joice54321
- 25 Nov 2021, 20:04
#83247
@LucaSouza20, @Jotaveh @EuDavila @Heraldo @sousamariana sousama @lidiammleo lidiamm@ @Anna1 anna1@ @Felps001felp
Pessoal algum de vocês podem corrigir minha redação? Agradeço bastante.
Pessoal algum de vocês podem corrigir minha redação? Agradeço bastante.
- 25 Nov 2021, 20:10
#83248
Após uma série de estudos e experimentos, um integrante de uma equipe de cientistas se torna invisível e promete revolucionar a ciência com a nova descoberta. Apesar de se tratar de uma obra ficcional, “ O homem invisível”, é capaz de retratar a situação de uma parcela significativa de brasileiros que são impedidos de exercerem sua cidadania, pelo fato de não possuírem certidão de nascimento.
Primeiramente, o principal fator que faz com que essas pessoas não sejam reconhecidas como cidadãs pelo Estado é a pobreza ligada à escravidão. Sabe-se que parte da população brasileira é formada por povos africanos trazidos na época da colonização, no entanto, pouco se sabe sobre a origem desses povos, visto que muitos documentos foram perdidos e queimados ao longo do tempo.
Além da pobreza no Brasil ser um problema estrutural e que perdura desde o processo de formação do país, dar voz ao povo e permitir que tenham acesso ao registro civil seria o primeiro passo para construir a identidade dessas pessoas.
Sendo assim, visto que parte dos brasileiros não tem acesso à certidão de nascimento, faz-se necessária à adoção de um plano de ação. O governo, juntamente com os cartórios do Estado de São Paulo, poderiam criar um projeto chamado “Eu sou cidadão” cujo objetivo seria fornecer o registro para as pessoas. O evento ocorreria durante o período de um ano e caso desse certo, poderia se estender por todo o Brasil.
Primeiramente, o principal fator que faz com que essas pessoas não sejam reconhecidas como cidadãs pelo Estado é a pobreza ligada à escravidão. Sabe-se que parte da população brasileira é formada por povos africanos trazidos na época da colonização, no entanto, pouco se sabe sobre a origem desses povos, visto que muitos documentos foram perdidos e queimados ao longo do tempo.
Além da pobreza no Brasil ser um problema estrutural e que perdura desde o processo de formação do país, dar voz ao povo e permitir que tenham acesso ao registro civil seria o primeiro passo para construir a identidade dessas pessoas.
Sendo assim, visto que parte dos brasileiros não tem acesso à certidão de nascimento, faz-se necessária à adoção de um plano de ação. O governo, juntamente com os cartórios do Estado de São Paulo, poderiam criar um projeto chamado “Eu sou cidadão” cujo objetivo seria fornecer o registro para as pessoas. O evento ocorreria durante o período de um ano e caso desse certo, poderia se estender por todo o Brasil.