religiosa no brasil
e o os
problemas que atitudes como essas causam.
Inicialmente, é imperioso ressaltar que a ausência de políticas públicas figura como a primeira causa do entrave. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes afirma que o Estado existe para garantir a segurança e o bem-estar da população. Tendo em vista isso, percebe-se que há falhas no Estado, uma vez que não existem políticas públicas eficazes para solucionar esse problema. Isso pode ser comprovado com base na reportagem da globo
sobre intolerâncias religiosas
onde mostra diversas pessoas sofrendo pela sua religião aqui uma comprovação histórica ou estatística. Portanto, é notório que a falta de apoio governamental é um agravante que deve ser solucionado.
Outrossim, cabe analisar a influência da mídia como segunda causadora do impasse. A esse respeito, o filósofo Schopenhauer afirma que “o indivíduo é limitado pela percepção de seu próprio corpo e da realidade apresentada”. Nesse sentido,
as fake News
dentre outras informações que acabam sujando religiões como o candomblé. Ademais,
a falta de empatia e o pensamento crítico contribui para que fique
cada vez mais difícil
sua solução. Logo, é de suma importância a mudança no padrão midiático para minimizar o óbice.
Destarte, para inserir uma nova iniciativa coletiva, são necessárias ações concretas e eficazes. Para isso, é de extrema seriedade a atuação do Congresso Nacional (órgão constitucional responsável pela elaboração e fiscalização de leis) na elaboração de uma legislação efetiva e alternativa para que consigam
combater a intolerância
, por meio de reuniões Antidiscriminação especialistas em direito antidiscriminatório, que analisam a legislação e os meios legais para combater a discriminação,
com o fim de (mitigar o problema e, futuramente, restaurar) o progresso nacional. Assim, o Brasil não precisará de uma nova “era das luzes” para garantir a ordem social.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 20% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio precário da modalidade escrita formal da língua portuguesa, de forma sistemática, com diversificados e frequentes desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. A redação, neste nível, é elaborada com estruturas linguísticas rudimentares, que, embora se configure minimamente como um texto, apresenta graves problemas de pontuação, de grafia e de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais falhas: competência 1 apresenta muitos desvios gramaticais (concordância, pontuação, uso de aspas, maiúsculas) como em “brasil e o os problemas” e “fake News” sem padronização. Recomendações: revisar a norma-padrão, eliminar repetições, usar maiúsculas em Brasil, tratar termos estrangeiros de forma adequada (fake news). Competência 2,3: as ideias aparecem, mas a fundamentação é fraca (cito Hobbes/Schopenhauer sem relação clara com o tema); fortalecer o encadeamento temático e contextualizar com dados atuais. Competência 4: há conectivos, porém a progressão lógica é inconsistente; usar conectivos de causa/consequência, exemplo: “por isso”, “além disso”, “em síntese”. Competência 5: a intervenção envolve agente (Congresso Nacional), ação (elaborar legislação eficaz), meio (reuniões, especialistas em direito antidiscriminatório) e finalidade (combater a discriminação, mitigar o problema). Contudo, detalhar mais sobre prazos, metas mensuráveis e mecanismos de implementação aprimoraria a proposta. Sugestão de reescrita parcial: “O Congresso Nacional deve promover uma nova legislação antidiscrimatória, mediante consultas com conselhos de direitos humanos e organizações da sociedade civil, com metas de reduzir incidentes de intolerância em 5 anos, utilizando campanhas de educação, fiscalização de meios de comunicação e inclusão de cláusulas de erro.”
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